Dezembos é uma antologia organizada por Pat Lau (que já foi Patricia Laura Figueiredo), poeta e conselheira editorial da Revista. A antologia tem publicação anual, chegando, em 2016, à sua segunda edição. Faz parte das publicações da Alagunas Extraordinária. Alagunas Extraordinária é um espaço dentro da Revista Alagunas para publicações fora das datas trimestrais das edições ordinárias (que vão ao ar sempre no último domingo dos meses de janeiro, abril, julho e outubro) com edições exclusivas de autores ou temas específicos: publicando conjuntos de poemas, contos, ensaios, crônicas, assim também como novelas e romances. Desta forma, Pat idealizou a realização e publicação de uma antologia, com autores convidados a dedo por ela, sempre no mês de dezembro – encerrando, assim, o ano de publicações da Revista. As edições da AE, e por extensão as edições da Dezembros, seguem a mesma lógica editorial que fundou e fundamenta a Revista Alagunas – a criação literária como forma de enfrentamento do Real.

Esse ano foi violento, desunido, separado, arbitrário e permissivo: Dezembros16 diz desse Brasil.

A publicação foi ao ar em 13 de dezebro de 2015. Suas mais de 90 páginas, com ênfase em poemas, inauguraram as edições da antologia.

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Edições

|| Adriane Garcia || Alberto Bresciani || Alberto Lins Caldas || Alexander Martins Vianna || Carlos Moreira || Chacal || Christiana Nóvoa || Claudio Castoriadis || Eduardo Lacerda || Flavio Caamaña || Franklin Mello || Geovanne Otavio Ursulino || Guido Cavalcante || Hilda Helena Dias || Joana Hime || Laura Nery || Laura Oliva || Marcia Frazão || Marcílio Godoi || Marilda Pedroso || Monica Martins || Neuza Ladeira || Otton Bellucco || Patricia Laura Figueiredo || Patrícia Zamberlan || Patrízia Trifiates || Regina Quaresma || Shala Andirá || Silvana Guimarães || Suzana Rosa || Katyuscia Carvalho || Tavinho Paes ||

Autores

Pat Lau que já foi um dia Patricia Laura Figueiredo, depois Patricia Laura até chegar nesta vontade de essência feito o que fica de um poema. Se "Créer c'est se créer" como nos diz Rilke começou criando e eliminando os excessos do seu nome (explicação dada para não acharem que Pat Lau é um pato vietnamita ou uma alma tibetana desencarnada). É poeta com três livros publicados: poemas sem nome (Rio de Janeiro: Ibis Libris, 2011), no ritimo das agulhas (São Paulo: Patuá, 2015) e poemas bebês (São Paulo: Dash, 2016).  E vigia e cuidadora de infâncias. 

Pat Lau